Os micronutrientes são de grande importância no ciclo produtivo da soja. Comumente, os mais aplicados são: cobalto (Co), níquel (Ni), molibdênio (Mo), boro (B), zinco (Zn) e cobre (Cu). Essas aplicações podem tanto serem feitas via sulco de semeadura quanto via foliar, realizadas em diferentes estádios fenológicos da cultura.

Os micronutrientes, Ni, Co e Mo são fundamentais para a fixação biológica de nitrogênio (FBN) realizada por leguminosas como a soja. Esses nutrientes compõem diferentes enzimas que participam do processo de conversão de N2 atmosférico em NH4. A aplicação destes, geralmente é feita via sulco de semeadura ou tratamento de sementes, visando a disponibilização na fase inicial de germinação da cultura e início da formação dos nódulos.

O B possui função estrutural nas células, participando da formação das paredes celulares, além disso auxilia no processo de formação do grão de pólen e polinização, por isso além de ser aplicado no sulco de semeadura existe a possibilidade da aplicação via foliar, como forma de suplementar o fornecimento desse nutriente.

Por fim, Zn e o Cu estão ligados a processos de oxidação de radicais livres, ou seja, evitam que as células sejam degradadas por espécies reativas de oxigênio mantendo sua integridade e estrutura. O Cu, principalmente, também está presente em algumas etapas do processo de respiração.

A interpretação e geração de mapas de fertilidade desses nutrientes no solo são grandes ferramentas que auxiliam o produtor no momento da tomada de decisão sobre a aplicação, além disso a possibilidade de criação de equações para recomendação de adubação via solo é muito útil para todos aqueles que integram tecnologia e eficiência em sua lavoura.

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