A atenção especial que deve ser dada ao Fósforo (P) na nutrição do solo

Os solos brasileiros são antigos e sofreram muitas transformações no decorrer do tempo devido ao clima tropical em que se encontram. Esses solos tendem a ser mais ácidos e apresentarem uma baixa fertilidade, o que traz ao produtor rural a necessidade da construção da fertilidade de seu solo. Nesse contexto, o fósforo (P) é um nutriente que necessita de atenção especial.

Devido à alta acidez do meio, na maioria das vezes, o P se encontra fixado no solo, resultando em uma menor disponibilidade desse nutriente para a absorção pelas plantas. Em outras palavras: os solos brasileiros no geral são deficientes em fósforo, o que limita a produção agrícola.

Essa limitação ocorre pois o P desempenha funções muito importantes no metabolismo das plantas, como a geração de energia (e por isso está relacionado a todos os processos que envolvem gasto energético), produção de proteínas, estrutura do material genético, dentre outras, que evidenciam seu papel como macronutriente.

Por isso, a adubação fosfatada é uma grande aliada do produtor, seja qual for a cultura. A fosfatagem, por exemplo, é uma prática corretiva realizada em pré-plantio que visa a aplicação de altas doses de fertilizantes fosfatados para que uma maior concentração de P fique disponível na solução do solo, melhorando a nutrição das lavouras.

Para a correção do teor de P no solo, a análise química é muito importante, pois ela que apontará quanto de P o solo possui e o quanto ele ainda necessita para alcançar uma fertilidade adequada. Sendo assim, a interpretação da análise de solo é a principal ferramenta na tomada de decisão do produtor rural em relação a adubação fosfatada, o que interfere diretamente na aquisição e aplicação de fertilizantes, e principalmente nomanejo da área da propriedade rural.

Com a plataforma InCeres a análise dos dados de fertilidade estão ao alcance do produtor: Com a inserção da análise de solo na plataforma é feita a interpretação dos teores de P na área, dando suporte ao produtor para que ele realize o manejo mais adequado para as necessidades de seu solo, possibilitando uma boa nutrição das plantas e o alcance das produtividades esperadas, na medida  certa sem exagero ou deficiência.

Para se alcançar bons resultados é imprescindível fazer a adubação nitrogenada.

O nitrogênio é o nutriente que mais limita o crescimento das plantas, pois participa de importantes processos no metabolismo vegetal, como na fotossíntese, na síntese de aminoácidos e proteínas e na transferência de energia.
Por isso, a adubação nitrogenada é imprescindível para se alcançar bons resultados em uma lavoura.
A recomendação desse nutriente para a nutrição de culturas agrícolas é feita com base nos boletins de adubação, principalmente. Isso se deve ao fato de que a análise de nitrogênio do solo não é um processo feito comumente devido às suas várias limitações.
Para alcançar resultados mais precisos na aplicação de nitrogênio, na maioria das vezes, o produtor deve optar por aplicar maiores taxas de fertilizantes nitrogenados em áreas mais responsivas, visando a elevação da produtividade e a economia de seus recursos que levarão a uma maior sustentabilidade do sistema.
Por outro lado, o uso excessivo desses produtos podem causar sérios impactos ambientais devido a lixiviação do N no perfil do solo, podendo ocasionar contaminação de lençóis freáticos, e também a volatilização de N na forma de amônia, contaminando a atmosfera.

Com uma recomendação de adubação adequada é possível minimizar o impacto ambiental, economizar recursos do produtor, aumentar a produtividade e consequentemente maximizar os lucros da propriedade.

A tecnologia surge como uma grande aliada do produtor nesse ponto. Ferramentas como o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) podem ser utilizadas para se realizar uma recomendação assertiva e em áreas de maior resposta a esses fertilizantes.

Com a InCeres essas tecnologias estão a um clique do produtor rural.
A plataforma InCeres possui ferramentas que auxiliam o produtor na tomada de decisão sobre cada um dos talhões da propriedade, além de fornecer a recomendação de adubação nitrogenada de acordo com as necessidades da planta, aumentando a eficiência do uso de fertilizantes e fornecendo soluções necessárias ao produtor rural.

Ferramenta da InCeres traça raio-X de lavouras afetadas por geadas

Índices vegetativos facilitam dimensionar os problemas causados na lavoura após a geada e direcionar a tomada de decisões

As recentes geadas no Centro-Sul do país afetaram uma série de culturas, incluindo café, cana-de-açúcar, milho segunda safra e feijão. Diante dos prejuízos, até visíveis, mas difíceis de calcular, a tecnologia pode auxiliar o produtor na tomada de decisão de seguir adiante com a colheita ou abandonar a lavoura naquele ano.
Leonardo Menegatti, CEO da InCeres, lembra que os danos causados às plantas pelas geadas têm diferentes níveis de severidade e que, muitas vezes, o prejuízo não é homogêneo no talhão, o que demanda a análise de índices vegetativos para traçar um quadro fiel da situação. Entre eles, o RGB e NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada), ferramentas que a InCeres disponibiliza a seus clientes.
“Para o produtor que já investiu R$ 1 milhão em um talhão, é importante saber o quanto ele pode colher ali, o que vai ser determinante para decidir se investe em mais uma operação ou não. Se a colheita custar R$ 200 mil e ele for colher o equivalente a R$ 300 mil em grãos, a decisão é uma. Agora, se a colheita não cobre sequer o custo da operação, é outra”, diz  Menegatti.
Na cana-de-açúcar, por exemplo, a geada pode atacar apenas as folhas periféricas, as centrais, atacar o meristema apical (nesse caso, a planta morre) ou, ainda, congelar o colmo (impedindo novas brotações), o que as análises vegetativas apontam com confiabilidade, permitindo calcular o rendimento da lavoura.
Menegatti afirma que os danos variam conforme a intensidade da geada, as condições ambientais após a geada e o comportamento das variedades cultivadas.
Em outros anos, o diagnóstico da InCeres já foi usado, inclusive, para acionar o seguro agrícola e reportar sinistros nas lavouras. “Nossa ferramenta dá a medida do impacto do que acontece no campo e, por isso, serviu de base para as seguradoras”, diz Menegatti.

Resultados práticos

No caso do índice RGB, quanto mais verde o mapa da lavoura, maior a formação de biomassa. E, quanto mais vermelho, mais baixo o desenvolvimento vegetativo.
Comparativamente, as duas imagens a seguir, demonstram a situação anterior e posterior à geada em uma lavoura de cana-de-açúcar no estado de São Paulo, fotografada em fevereiro e depois em julho.

Situação da lavoura antes da geada
Situação após a geada

Hoje, a InCeres processa informações de mais de 6 milhões de hectares de lavouras e impacta cerca de 60 mil agricultores. Está presente em 18 Estados brasileiros e no Paraguai.
 
Este texto foi originalmente publicado pelo AgTechGarage.news.
Por Marina Salles

Geada: como usar os dados digitais para fazer a avaliação dos danos e traçar a melhor estratégia.

As geadas ocorridas no mês de julho de 2021 afetaram grande parte dos produtores da região centro-sul do país. Estas regiões já sofriam por fatores climáticos, pois enfrentaram neste ano uma seca prolongada que assolou as culturas e causou uma queda drástica nas produções.

A união da seca e, na sequência, duas grandes massas de ar polar com intensa geada trouxeram prejuízos bilionários para o campo (METSUL, 2021), pois as culturas já enfrentavam um longo estresse hídrico e não tiveram condições fisiológicas suficientes para enfrentar e reagir às geadas.

Os danos pela geada são causados pela ruptura das células dos tecidos que foram afetados, sendo que essa ruptura ocorre como consequência do congelamento do suco celular. Os danos variam conforme a intensidade da geada, as condições ambientais após a geada e o comportamento das variedades cultivadas.

A intensidade da geada depende do tempo que a temperatura permanece abaixo de zero. A partir daí, podemos ter injúrias simples, que vão desde uma simples queima de folha, até injúrias drásticas, que levam à morte da gema apical, das gemas laterais superiores e, até mesmo a morte de todas as gemas laterais (ASSOVALE, 2021).

Dentre todos os prejuízos causados aos mais diversos produtores e culturas podemos citar aqueles que produzem cana-de-açúcar, milho segunda safra, feijão, café e tantas outras. Estas culturas têm suas produções concentradas nas regiões afetadas pela geada e, por isso, o alto prejuízo em decorrência deste evento climático.

Tratando-se da produção de café, o Sul de Minas Gerais foi a região mais atingida pela geada no período citado, onde os prejuízos são descritos como os piores em 27 anos, desde a grande onda de frio de julho de 1994 (METSUL, 2021). A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) estima que até 30% da área total pode ter sofrido danos com a ocorrência da geada e destes, com 70% da cultura toda queimada.

“São danos que podem comprometer não apenas a safra do próximo ano mas, como muitas lavouras eram novas, também podem influenciar as produções de 2023 e 2024”, avaliou a o pesquisador da Epamig César Botelho.

As imagens abaixo ilustram parte dos danos causados a esta lavoura.

Na cana-de-açúcar, assim como no café, os danos também variam conforme as condições climáticas locais e cultivares utilizadas. Tem-se que para esta cultura, o estado de São Paulo produza sozinho próximo de 60% de toda a cana-de-açúcar e etanol do país (CANA NOVA, 2018).

Apesar de benéfico para a economia paulista, esta concentração da produção causou grande prejuízo ao setor, pois, o estado foi quase que totalmente acometido pelas geadas deste ano afetando fortemente sua produção. O mapa abaixo representa uma estimativa das temperaturas mínimas em São Paulo no fim do mês de julho de 2021.

É possível observar que quase todo o estado sofreu com temperaturas inferiores a 6°C, excluindo apenas algumas áreas isoladas. Esta situação contribuiu para a formação de geadas que afetaram fortemente as lavouras.

Os agricultores sabem que os prejuízos deixados são imensos, mas como mensurá-los para identificar as áreas mais afetadas?

Uma das opções é por meio das análises de índices vegetativos, como RGB e NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada), ferramentas que a InCeres disponibiliza para seus clientes.

Um meio prático de entender os resultados do índice RGB é por meio da correlação com as cores obtidas após processamento, sendo que, quanto mais verde, maior formação de biomassa e quanto mais vermelho, maior a  interferência do solo, ou seja, baixo desenvolvimento vegetativo.

Apresentamos um caso onde foi possível realizar um levantamento dos danos causados pelas últimas geadas numa área de cana-de-açúcar no estado de São Paulo.

A figura abaixo representa o índice RGB desta área calculado no dia 21 de fevereiro de 2021, ou seja, em pleno desenvolvimento vegetativo e antes da ocorrência das geadas. Na imagem é possível observar bom desenvolvimento da cultura, pois a área está com alta proporção de verde.

Nesta mesma área foi realizado o processamento do mesmo índice RGB com dados de 16 de julho de 2021, ou seja, logo após o acontecimento das geadas no local, o resultado obtido é apresentado abaixo.

É possível observar o quão devastadora foi a geada para a cana-de-açúcar neste talhão. Todo o índice que era verde passa a ser identificado com tons de roxo, o que indica a morte do meristema apical e, consequente, morte da cultura.

Outro dado passível de ser analisado, como já citado, é o NDVI. De maneira prática, o NDVI  mede a quantidade de reflectância das folhas portanto, quanto mais verde a folha, maior sua reflectância e, através disso, é possível analisar alguns parâmetros como nutrição de plantas (em especial pra o Nitrogênio), sanidade de plantas, déficits hídricos, entre outros.

Na mesma área apresentada anteriormente, foi realizado o processamento deste índice nas duas datas citadas, 21de fevereiro de 2021 e 16 de julho de 2021, respectivamente. Os resultados obtidos são apresentados nas figuras abaixo:

Figura 1
Figura 2

Atentando-se aos resultados da legenda, observamos na figura 1 que a área apresentava um índice NDVI médio de 69,75 antes da geada e esse valor cai a 19,48 na figura 2, que representa a área após a geada. Esta queda drástica reflete a morte das partes verdes da cultura e a grande devastação no local.

Estes resultados comprovam o grande prejuízo causado à lavoura e essas informações devem ser levadas em conta no momento da tomada de decisão. Nesse caso é possível dizer que não há alternativa, a não ser realizar a colheita imediata no canavial.

Com as soluções da InCeres você tem acesso a ferramentas que podem ajudá-lo a tomar decisões estratégicas para sua lavoura, mesmo em circunstâncias extremas ou desfavoráveis.

Na InCeres, um cheque do provocador dos Maggi

Startups Empresa recebeu aporte de R$ 2 milhões de Leonardo Maggi
A família Maggi nunca passou anônima no campo brasileiro. Reis da soja, os herdeiros de André Maggi já fizeram até ministro de Estado e comandam a maior trading agrícola de capital nacional. Num mundo cada vez mais conectado, também se mexem para não ficar de fora da agricultura 4.0.
Neto do fundador e membro do conselho de administração da Amaggi — produtora, trading e processadora de grãos que fatura mais de US$ 5 bilhões —, Leonardo Maggi é o provocador da família quando o tema é inovação, o que lhe dá familiaridade com o ambiente das agtechs.
Há três anos, Leonardo levou os diretores da companhia para um circuito no Vale do Silício. Logo o empresário ganhou o crachá de chefe de inovação e ajudou a ampliar as conexões da Amaggi com as startups agrícolas, o que também começou a render investimentos para sua carteira pessoal.
A InCeres, startup de agricultura de precisão que vem ajudando a digitalizar o histórico de uma fazenda da Amaggi em Sapezal (MT), acaba de receber um aporte de R$ 2 milhões do empresário, numa rodada que avaliou a agtech de Piracicaba, no interior paulista, em R$ 28 milhões.
Desde que foi fundada, a startup recebeu R$ 8 milhões em rodadas de capital. A SP Ventures, gestora de venture capital especializada em agtechs, fez o primeiro investimento na agtech em 2016, quando injetou R$ 2,5 milhões. Dois anos depois, a gestora acompanhou outra rodada na empresa.

Foto: Bolly Vieira

“Tudo que estava no Excel está indo para o sistema, que começa a gerar informações com inteligência artificial dando respostas para as aplicações de defensivos. Se a InCeres faz um trabalho legal na Amaggi, consegue para todo mundo”, diz Leonardo.

A InCeres quer mudar de escala, agregando serviços de assistência técnica para os agricultores. No cultivo de soja, a assistência aos pequenos produtores poderia agregar em produtividade — a média nacional é de 58 sacas por hectare, mas um produtor sem tecnologia pode fazer menos de 40.
Hoje, a tecnologia da InCeres chega a cerca de 60 mil produtores, principalmente associados de cooperativas como a goiana Comigo, as paulista Copercitrus e Coplacana e a paranaense Integrada. “Imagina um pequeno agricultor com o mesmo nível de produtividade de um grande. Nós conseguimos fazer isso com baixo custo, em parcerias com cooperativas”, afirma o xará Leonardo Menegatti, engenheiro agrônomo que fundou a startup.
Este texto foi originalmente publicado pelo Pipeline, o site de negócios do Valor Econômico.
Luiz Henrique Mendes
De São Paulo

Tratos culturais em cana-soca, como o uso de dados pode levar ao aumento da produtividade e da lucratividade.

É muito importante fazer o ajuste correto da nutrição para que a planta se desenvolva e, por conseqüência, fique bem nutrida e entregue ao agricultor o que se espera: produtividade.

No caso da cana-soca a adubação para a próxima safra é realizada logo após a colheita. Nesse momento (em alguma situações) são feitas algumas operações de correção do solo como calagem e gessagem (reposição de Cálcio, Magnésio e Enxofre, correção da acidez do solo e redução da atividade do alumínio em profundidade), atividades que buscam restabelecer o potencial produtivo do solo. Existem também nutrientes, como o nitrogênio e o potássio, que não se acumulam no solo e por isso a cada ciclo devem ser repostos de acordo com a expectativa de produtividade.

A reposição de nutrientes é fundamental já que quanto mais se é produzido, mais se é retirado e, portanto, mais se torna necessário colocar de volta. Essa é uma conta de equilíbrio. E ao elevar os níveis nutricionais do solo haverá uma maior capacidade desse solo sustentar uma expectativa de alta produção.
Aqui existe uma questão fundamental: se for colocado de volta no solo mais nutriente do que o que foi extraído, estaremos jogando dinheiro fora por não haver necessidade de tamanha quantidade. Por outro lado, se for colocado menos nutriente do que o necessário, estaremos sacrificando a cultura, pois ela não terá condição suficiente para expressar todo o seu potencial produtivo, ou seja eu também perdemos dinheiro.

A recomendação para cana-soca é muito sensível, pois poderá haver perdas tanto se pender para um lado quanto para o outro, seja por estar limitando a produtividade, seja por estar gastando demais onde não é necessário.

Como fazer uma recomendação que não leve a prejuízos?

A InCeres tem soluções que utilizam imagem de satélite e oferecem dados que possibilitam identificar os locais no talhão onde há maior e menor produção de cana. Com essa identificação é possível fazer adubação e reposição de nutrientes com base exatamente no que será produzido e na reposição do que foi retirado.

Por meio de imagens de antes da colheita, é possível fazer um mapeamento e verificar a situação de uma cana-soca. Pode-se identificar áreas onde a planta extrai os nutrientes de maneira diferente dentro do mesmo talhão. Em áreas mais produtivas a planta está extraindo mais e em áreas menos produtivas, a planta está extraindo menos.

Desta forma é possível recomendar a colocação de nutrientes de forma diferente dentro do mesmo talhão.

Além disso, com a imagem de satélite, mais o conhecimento da área e da quantidade produzida nos anos anteriores, é possível criar um mapa de produtividade estimada, ou seja, pode-se fazer uma estimativa de quanta cana será produzida na próxima safra.

Um exemplo para ilustrar:

Se for esperada uma colheita de 120 a 127 toneladas por hectare, é necessário que se coloque nutrientes em quantidade suficiente para ter possibilidade de alcançar essa produtividade. Então, por meio das imagens de satélite pode-se identificar as manchas na plantação e saber onde existe a necessidade de se investir mais ou menos.

Com esse tipo de estratégia é possível sustentar uma produtividade que pode chegar a ser 70% maior do que a média da produtividade sem seu uso. Além disso, sem esse tipo de abordagem é mais difícil sustentar altas taxas de produtividade.

Ainda a partir do mapa de produtividade, pode-se calcular a necessidade de nitrogênio em taxa variada, usando de 70% da dose em primeira aplicação e 30% da dose recomendada em uma segunda aplicação o mais tarde possível, porém, ainda enquanto as máquinas podem entrar no talhão sem quebrar a cana. O potássio pode seguir a mesma estratégia, prestando atenção também nos teores de argila do solo.

Precisa de ajuda para as recomendações? Além das soluções específicas para cada necessidade, a InCeres ainda tem uma biblioteca que conta com diversos materiais e artigos para orientação de recomendação e estratégia para cana- soca.

Com a estratégia correta, é possível ficar muito mais perto de alcançar altas taxas de produtividade sem desperdício de recursos.

InCeres é uma das 26 startups brasileiras do setor agroalimentar mais relevantes da América Latina

Mais de mil startups do setor foram consideradas em toda a região e apenas 78 foram selecionadas, segundo report do fundo chileno Arpegio.

Somente em setembro deste ano, mais de US $ 400 milhões foram investidos em três startups agrícolas e de tecnologia de alimentos na América Latina.
Em todo o ano de 2019 foram investidos US $ 200 milhões em tecnologia agroalimentar na região, ou seja, em um único mês o investimento do ano passado inteiro foi dobrado.
Esse aumento no investimento foi acompanhado por um crescimento impressionante no número de negócios e para ajudar a entender este mercado em desenvolvimento, o fundo chileno Arpegio lançou o Mapa de Mercado LatAm Agrifoodtech: um panorama visual de alto nível do ecossistema de startups agroalimentar latino-americano.
Mais de mil startups foram consideradas em toda a América Latina e destas, apenas 78 foram selecionadas.
Os critérios de seleção foram baseados em sucesso de crescimento, capital total levantado de investidores profissionais e reconhecimento dos principais participantes do setor. Não foram incluídas empresas listadas publicamente.
O mapa abrange toda a cadeia de valor, desde os insumos agrícolas até as soluções voltadas para o consumidor, deixando de fora apenas verticais relacionadas a animais.
O país mais representado é o Brasil com 26 startups, seguido pela Argentina (18); Chile (15); México (8); Colômbia (6); Peru (2); e um da Costa Rica, El Salvador e Uruguai.
Fonte: arpegio.vc

A InCeres levando inovação neste novo momento do Agro

O mundo não será mais o mesmo depois de sairmos desta pandemia. Hoje, neste novo cenário, a premissa de que competitividade significa inovação vale ainda mais.
A alta do dólar – que chegou a atingir o pico de R$ 5,70 – somada às restrições tomadas em função da pandemia da Covid-19, têm transformado o agronegócio em escala global, segundo o portal de notícias Compre Rural. O fato é que tudo está diferente e todos nós temos que encontrar novas formas de obter os melhores resultado a partir dos recursos disponíveis.
A InCeres sabe que o agro têm seguido por caminhos novos, por isso temos grandes desafios, desafios esses que motivam toda a nossa equipe. Desde de março estamos trabalhando em home office e as nossas principais preocupações foram manter o contato próximo com o nosso cliente, mesmo fora do escritório corporativo, e seguir com uma equipe afinada, mesmo estando cada um em sua casa.
Num prazo bem curto a realidade mostrou-se bastante diferente, e melhor. Há um tempo já estávamos nos preparando e tomando diversas ações para tornar possível o trabalho à distância, tínhamos uma rotatividade entre pessoas trabalhando em casa e no escritório, estávamos habituados a algumas ferramentas de comunicação e também a trabalhar com a equipe de forma remota. Para nós foi apenas uma aceleração ao adotarmos esse modelo em tempo integral e os resultados foram completamente positivos, não apenas em rendimento, mas também em desenvolvimento de produtos.
Durante o isolamento descobrimos que é possível manter a produtividade e entregar valor à distância. E o agricultor percebeu que isso vale pra ele também.
O agricultor percebeu que não há necessidade de tanta gente visitando a sua fazenda e que seu negócio segue da mesma forma com um número razoavelmente menor de visitas.
E a tecnologia tem um papel fundamental nessa nova realidade. Esse é o outro desafio:trazer essa experiência para os nossos produtos.
Analisando as jornadas do agricultor e do consultor, alinhadas aos desafios do agricultor, percebemos diversos pontos onde a comunicação, a “teleagronomia” e a troca de informações podem ser um diferencial competitivo por tornar essa dinâmica mais fluída, assertiva e natural.
Desta forma, começamos a investir em novas tecnologias, novas maneiras de utilização dos nossos produtos pelo cliente com o objetivo de facilitar ainda mais o uso dos dados nas fazendas e o compartilhamento entre o consultor e o agricultor. Temos como certo que essas mudanças vão proporcionar um salto tecnológico importante.
Objetivo que se mantém sólido na InCeres é estar junto com o cliente para aumentar a sua produtividade, gerando valor com a responsabilidade de se manter próximo.
É fundamental manter o distanciamento social, mas, ao mesmo tempo temos que estar próximos e sermos uma fonte confiável de informação, com foco na entrega do que é relevante e no que vai fazer a diferença para o negócio e para as pessoas que são clientes, funcionários, fornecedores e parceiros.
Para nós da InCeres é fundamental intensificar o nosso relacionamento, construído com base na confiança, e entregar tecnologia que faz a diferença no resultado dos negócios.
Conte com a InCeres para seguir com você nesse novo mundo.

Leonardo Menegatti

InCeres escolhida pela OCP Group, para o Intensive Connection da AgTech Garage!

InCeres conquista mais um lugar de destaque

InCeres é selecionada para fazer parte do Intensive Connection. Estavam na disputa vinte startups e somente duas foram escolhidas.
A InCeres foi selecionada para participar do programa de aceleração Intensive Connection que investe no apoio à startups promissoras. Lançado no Brasil há um ano, trata-se de uma iniciativa do Grupo OCP para construção de soluções inovadoras que moldarão o futuro da agricultura.

Das vinte participantes, apenas duas foram selecionadas e, segundo o site do Grupo OCP, a InCeres é uma das escolhidas por ser uma plataforma agrícola digital capaz de coletar, processar e armazenar dados agrícolas, com ênfase na fertilidade e nutrição de plantas.
O programa de aceleração tem como alvo as soluções mais inovadoras, focadas em tecnologias de fertilidade do solo, nutrição de plantas e geração de informações qualificadas para desenvolver as soluções de fertilização do futuro.
O programa de aceleração, que se estende por mais de quatro meses, realiza discussões estreitas entre a OCP e os empreendedores selecionados, que se beneficiam de sessões regulares de orientação com especialistas do Grupo, além de terem à disposição recursos de seu ecossistema em várias unidades e em fazendas experimentais.
“Participar de um programa tão importante e significativo como este, com toda certeza será de grande valor para os nossos clientes e para toda a equipe da InCeres” comemora Leonardo Menegatti, CEO da InCeres.
Nesta edição, a seleção das participantes e a deliberação foram realizadas on-line por meio de ferramentas de videoconferência que reuniram colaboradores do Grupo OCP no Brasil, Marrocos e Estados Unidos.

Sobre o Grupo OCP

O Grupo OCP, com sede no Marrocos, é um dos maiores produtores de fertilizantes do mundo e líder global de produtos fosfatados. Atua no mercado internacional desde a sua criação, em 1920 e está presente nos 5 continentes.
A OCP é o maior fornecedor de fósforo do Brasil, com 40% de participação nas importações brasileiras. Está no País desde 2010 e tem filiais no Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Bahia, além de dois escritórios na capital paulista.
Para saber mais acesse (https://www.ocpgroup.ma/pt-pt/brazil-two-agtech-garage-start-ups-supported-ocp)

A InCeres foi selecionada para programa de aceleração da Plug And Play

A Plug and Play, conhecida por ser a maior aceleradora de startups do Vale do Silício, Estados Unidos, lançou o seu primeiro programa nestes moldes aqui no Brasil, voltando-se para duas vertentes: Fintechs (startups com atuação na área financeira) e Agrotechs/Foodtechs (com foco em soluções que envolvem alimentação e agricultura digital).
Com mais de 30 escritórios espalhados pelo mundo, e tendo participado como investidora nos estágios iniciais de empresas como Google, Dropbox e Rappi, a aceleradora montou seu escritório em São Paulo para desenvolver o programa nacionalmente.
InCeres selecionada pela Plug And Play
 
O programa consiste em uma parceria entre as startups com organizações renomadas, como a Elo, Claro, Sicoob, Klabin e Suzano. A participação no programa de aceleração disponibiliza mentoria, espaço para coworking e uma plataforma digital, com intuito de fornecer ferramentas para as startups desenvolverem e aprimorarem seu modelo de negócio.
Outro ponto que vale ser destacado é que as parceiras, citadas anteriormente, podem investir ou incorporar as soluções das startups aos seus próprios negócios, assim como, agregá-las à própria Plug and Play.
A Plug and Play tem como missão tornar a inovação acessível a qualquer pessoa e em qualquer lugar, e possui três pilares principais que orientam sua atuação global:

    • Programas de aceleração;
    • Inovação corporativa;
    • Investimento;

A Plug and Play possui escritórios em lugares estratégicos ao redor do mundo, isso porque acredita que o desenvolvimento tem como um dos fatores a proximidade e a inclusão de parceiros locais para um envolvimento mais produtivo e efetivo, ou seja, estar conectado com os principais centros de inovação tecnológica do mundo.
O processo de aceleração é diferente do tradicional, no sentido que a Plug and Play separa as startups selecionadas por verticais, como no caso da InCeres, que faz parte do ramo de empresas Agrotechs/Foodtechs, ou de outras selecionadas para o primeiro programa no Brasil, as Fintechs.
Outra particularidade é que o tamanho – ou estágio da Startup – também não é pré-determinado para ser escolhido, sendo liberadas para competir, e serem eleitas, tanto startups em processo inicial como mais avançado.
A InCeres tem trabalhado arduamente em atualizações e desenvolvimento de novos produtos, e isso faz com que seja um momento bem importante participar do programa de aceleração. O mercado Agtech é bem competitivo e inovador, muitos produtos estão surgindo, é mais um indicador de que estamos fazendo a diferença, portanto é um motivo de bastante orgulho ser selecionada.
Os impactos positivos para a InCeres serão:

  • Possuir mais clareza e melhorar a visão de futuro, objetivos e esforços necessários;
  • Melhorar processos que não estiverem desenvolvendo fluidez e crescimento;
  • Fornecimento de expertises, conhecimento através de mentores especializados e aplicação nas soluções InCeres;
  • Abertura de portas, network, contato com várias empresas e pessoas -chave para o desenvolvimento da empresa;
  • Oportunidade de crescimento no mercado.

O anúncio das empresas selecionadas foi realizado pelo perfil da Plug and Play nas redes sociais. Aqui, você confere a lista completa de todas as empresas selecionadas nessa rodada para o programa de aceleração.

Abaixo, mais detalhes sobre as startups selecionadas na vertical Food & Agtech do novo programa de aceleração da Plug And Play:

  • Agrotopus – Soluções tecnológicas para solução agrícola;
  • Atollogy – Uma empresa de gerenciamento de operações, fazendo uso de inteligência artificial e internet das coisas;
  • co – Empresa de produtos digitais para o agronegócio;
  • DigiFarmz – Fornece suporte a tomada de decisões para o manejo de doenças na agricultura;
  • Gavea – Marketplace;
  • Grãodireto – Empresa de negociação digital de commodities;
  • InCeres – Uma plataforma de agricultura digital;
  • Kakaxi – Soluções de campo que envolvem câmeras remotas e estações metereológicas;
  • Nuveo – Automatização de decisões corporativas;
  • OroraTech – Serviço de detecção de incêndios florestais;
  • Rhizom – Ecossistema para economia digital sustentável;
  • SlicingDice – Atua no mercado de banco de dados, com ênfase em compressão de dados;

O meio agro é bem representativo no mercado brasileiro, podemos ver pelas empresas e suas diversificadas áreas tamanho potencial de crescimento. A função de uma aceleradora encontrada com esse potencial certamente gerará muita solidez e ganhos não apenas para as startups, mas para todo o meio.
Com o mercado de tecnologias financeiras não é diferente, o Brasil tem sido movimentado pelas as mesmas, e a todo momento se houve a respeito de seus avanços e inovações. A InCeres acredita nessa oportunidade de crescimento e se coloca 100% nesse desafio, procurando sempre oferecer o melhor serviço, com inovação, qualidade e eficiência.